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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

São Paulo sem logos - mas ótimas fotos e histórias

Zingg. ZINngg. ZZZZingg joy!

Freqüências catárticas emanavam em profusão boca afora, dado o poder de expressão daquele serzinho vivaz que, ao léu e silenciosamente, havia flagrado mensagens tão enfáticas quanto vazias, ao ponto de...

(corte seco para um passado nem tão distante).

Um amigo de Tony de Marco (este, co-editor da Tupigrafia, fotógrafo e live-painter), olhava os arquivos na câmera quando perguntou:
- Por que você não manda estas pro Boing-boing?
- Nah, nunca publicam as minhas no site e... essas aí dos outdoors vazios não têm apelo nem chance.

Ledo engano. O site publicou, o mundo viu, e as fotos foram republicadas em mmmOOOitos lugares em diversos países (sites, revistas, jornais e até um calendário).

Tony tinha flagrado o momento em que a lei Cidade Limpa passou a valer em São Paulo. Os outdoors estavam sendo "des-propaganda-dos". E a ação socioambiental da terceira maior cidade projetou-se mundialmente como exemplo graças ao "acaso" de Tony ter dado uns cliques despretensiosos. Se-ren-di-pi-ty (repeat).

Vejam os vídeos (partes 1, 2 e 3) em que Tony fala de David Zingg, grande mestre dele, na fotografia e na vida, e descubra histórias FUNtásticas do último século do milênio passado. No início do vídeo 2, saiba que ele começa falando do Pelé (ficou faltando esta parte).

A exposição permanece aberta até... fechar. (Pff, que infame isso, mas perdoem, pois fiquei tão satisfeito com o que vi e ouvi que nem fui atrás do período. Siga as pistas no convite).

Veja entrada da exposição antes de entrar no clima dos vídeos. As famosas fotos da mostra? Aí é com você!





terça-feira, 14 de outubro de 2008

90 obras internacionais mostram em SP o amor que às vezes se esconde


Nem só de flashes, fashionices, "carões" e "dar pinta" vive o mundo gay.

Digo, galáxia gay, me desculpem @s claustrofóbic@s e megalomaníac@s!

Também não é só no armário que vivem os cobertores de orelha na temporada primevera/verão.

Pra quem quem quer ficar indefinido curtindo o meio termo entre a biblioteca cult e a dancefloor cool, ou pra quem aprecia arte, antropologia, cultura, sociedade, estética, movimentos, interâmbios internacionais e tantas outras coisas legais neste mundão de Deus - vai dar um passeio mudérrno, criatura! - a dica é CORRER até o prédio da Bienal do Ibirapuera, em SP, porque só vai até dia 19 de outubro a exposição "Colección Visible - Histórias de Amor".

Seguinte:
o espanhol Pablo Peinado juntou trabalhos de 90 artistas de 18 países, que de alguma forma se relacionam com temas como desejo, amor ou homocultura. NÃO PERCA! Fotografias, desenhos e pinturas foram elaborados por 78 homens e 12 mulheres da Espanha, Brasil, Líbano, Guiné, Alemanha, Chipre, Colômbia, Cuba, França, Itália, Japão, México, Peru, Portugal, Reino Unido, Uruguai, Estados Unidos e Venezuela.

Tem gente experiente, tem gente nova. Tem o frescor marginal dos quadrinhos, tem a legitimidade de um Picasso - ui, não poderia faltar! O desenho singelo ali em cima é da espanhola Esther Revuelta.

A promoção é do Centro Cultural da Espanha em São Paulo/Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID), simultaneamente ao I Encontro Hispano-Brasileiro de Militantes Homossexuais, que rola de 9 de setembro a 12 de setembro (que terminou dia 12).


Local: Museu de Arte Contemporânea – Ibirapuera
Pavilhão Ciccilllo Matarazzo (3º piso- Prédio Bienal – acesso pela rampa lateral).
Veja localização na imagem abaixo ou veja os caminhos pelo http://maps.google.com/.


Terça-feira a domingo, das 10h às 18h.